Hoje, eu e o meu marido fazemos 13 anos de namoro. Bem sei que não são os 14/ 15 com que ando sempre a 'implicar'... mas já é uma vida!
Uma vidinha bem crescida, diga-se. Até porque não começámos a namorar cedo, ou seja, já tínhamos muito tempo para trás. Melhor dizendo: já tínhamos um teenager para trás (e outro pela frente, já agora!).
1996 foi um ano muito especial para aqueles que nasceram nele. Mas foi também o ano em que Portugal (voltando ao futebol) perdeu com a República Checa (já separada da Eslovaca) no Europeu de Inglaterra, por um golo de Karel Poborský, no ano seguinte a jogar pelo S.L.Benfica. Ficámos, então, pelos quartos-de-final, enquanto eles foram vice-campeões ao perder por 2-1 com a Alemanha que se sagrou campeã.
Foi o ano dos Jogos Olímpicos de Atlanta. Foi o ano em que fomos representados no Eurofestival da Canção pela Lúcia Moniz, com a canção 'O meu coração não tem côr', a melhor classificada até hoje. Foi (mais um) ano em que o café custava p'raí uns 45 escudos. Foi o ano em que o Centro Histórico do Porto se tornou Património da Humanidade pela Unesco.
E poderia continuar. Mas não vale a pena. Já são muitos anos. Uma vida, aliás!
Parabéns a nós!
terça-feira, 7 de julho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Conversão
Bem sei que 2002 não está assim tão longe... mas sete anos é metade de uma vida (para alguns)!
Nós recebemos semanadas e mesadas em escudos. Eles pedem 10 euros aos pais. Nós comprámos pastilhas a 'dois e quinhentos'. Eles têm que pagar quase dez vezes mais, a 10 cêntimos. O Figo custou 60 mil contos ao Barcelona, para sair do Sporting. O Manchester levou 94 milhões de euros pelo Cristiano Ronaldo.
Há aqui algumas diferenças...
Não é só o preço. É a moeda! Dizem que o euro é a moeda única, mas o escudo foi 'único' para nós. Só nós é que o tínhamos. Só nós é que tínhamos a 'quinhenta', o 'conto' e os famosos 'mil réis'.
Já são raras as vezes que fazemos as contas, mas há alturas em que é inevitável: para quem comprou uma casa há mais de sete anos, quanto é que custou em euros? Para quem comprou um carro há mais de sete anos, quanto é que custou em euros? Para quem tem 30 anos, qual foi o valor da primeira mesada?
Nós recebemos semanadas e mesadas em escudos. Eles pedem 10 euros aos pais. Nós comprámos pastilhas a 'dois e quinhentos'. Eles têm que pagar quase dez vezes mais, a 10 cêntimos. O Figo custou 60 mil contos ao Barcelona, para sair do Sporting. O Manchester levou 94 milhões de euros pelo Cristiano Ronaldo.
Há aqui algumas diferenças...Não é só o preço. É a moeda! Dizem que o euro é a moeda única, mas o escudo foi 'único' para nós. Só nós é que o tínhamos. Só nós é que tínhamos a 'quinhenta', o 'conto' e os famosos 'mil réis'.
Já são raras as vezes que fazemos as contas, mas há alturas em que é inevitável: para quem comprou uma casa há mais de sete anos, quanto é que custou em euros? Para quem comprou um carro há mais de sete anos, quanto é que custou em euros? Para quem tem 30 anos, qual foi o valor da primeira mesada?
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Encaixar = Tetris
Estava em casa a arranjar inspiração para acabar um trabalho que tenho para fazer quando me lembrei: TETRIS. Vai um joguinho, outro, e lá se foram mais uns largos minutos de trabalho...
Os trintões fazem parte da ‘Geração Tetris’. Hoje, os teens nem sabem que jogo é esse, nem como se joga. Aliás, nem sabem o que é isso...
É uma tristeza para eles e nem sabem o que perdem! Até na casa de ba
nho havia uma ‘maquineta’ rasca para nos ‘inspirarmos’, não para trabalhar, mas para fazer a nossa ‘obra’.
Peça a peça, nível a nível, era uma conquista cada vez que conseguíamos ir mais longe e pôr o nosso nome em primeiro, à frente do nosso pai, irmão ou qualquer outro que tivesse passado pela casa de banho antes de nós nesse dia.
Mostrou-nos o real sentido do verbo ‘encaixar’ e fez 25 anos há uns dias. Parabéns Tetris! A geração dos trintas agradece os momentos que partilhaste connosco.
Os trintões fazem parte da ‘Geração Tetris’. Hoje, os teens nem sabem que jogo é esse, nem como se joga. Aliás, nem sabem o que é isso...
É uma tristeza para eles e nem sabem o que perdem! Até na casa de ba
nho havia uma ‘maquineta’ rasca para nos ‘inspirarmos’, não para trabalhar, mas para fazer a nossa ‘obra’.Peça a peça, nível a nível, era uma conquista cada vez que conseguíamos ir mais longe e pôr o nosso nome em primeiro, à frente do nosso pai, irmão ou qualquer outro que tivesse passado pela casa de banho antes de nós nesse dia.
Mostrou-nos o real sentido do verbo ‘encaixar’ e fez 25 anos há uns dias. Parabéns Tetris! A geração dos trintas agradece os momentos que partilhaste connosco.
domingo, 24 de maio de 2009
'Curto-te bué'
Que prova de amor poderia ser maior do que ouvirmos do nosso 'mais que tudo' a frase: 'curto-te bué'? Também tínhamos a 'curto-te molhos' ou a 'curto-te tótil', mas nada era tão importante para contarmos às amigas do que o 'curto-te bué'.
Era sinal que tínhamos encontrado o amor da nossa vida, que era para casar ou (pior): que estava na altura de fugir, porque o outro já queria mais do que nós.
Mas esta foi uma frase que perdurou anos e anos. Ainda hoje estas palavras se ouvem, mas separadas. Mais o 'bué', é certo. Aliás, o 'curto' até já parece um bocadinho 'cota'... quanto mais o 'curto' relacionado com alguém.
Eram palavras que os nossos pais (que muitos deles já são avós hoje em dia) não 'curtiam' ouvir. Não nos
entendiam se nos viam com um rapaz e, ao perguntarem-nos já chocados, se era nosso namorado, nós respondíamos: 'Não! É só uma curte!', sem perceber que podiam ficar mais descansados, uma vez que não se passava de beijos.
entendiam se nos viam com um rapaz e, ao perguntarem-nos já chocados, se era nosso namorado, nós respondíamos: 'Não! É só uma curte!', sem perceber que podiam ficar mais descansados, uma vez que não se passava de beijos.O que é que isso queria dizer, questionavam-se. Tal como agora: perguntem lá a um teen se já teve alguma 'curte'. O que é isso? (tal como os nossos pais). Agora só querem namorar a sério e ter sexo depressa. Isso é crescer.
Mas por esta ordem de ideias, e se eles é que fazem a mesma pergunta que os nossos pais, quem é que está velho???
terça-feira, 19 de maio de 2009
O Markl Emprestou-me Porque Se Encaixa Perfeitamente
A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida. E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta. O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer. 'Quem?', perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo? A própria música: 'Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além...' era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora. O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas,lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual... E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul. Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos:Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu de uma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema. Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos. Aliás, para ele é inconcebível que s
e vá a uma obra. Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção. Confesso, senti-me velho... Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador. Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.
Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros. Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo 'Moleculum infanticus', que não existiam antigamente. No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de 'terno' nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.
Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração 'rasca'... Nós éramos mais a geração 'à rasca', isso sim. Sempre à rasca de dinheiro,sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos. Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo. Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta. Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos. Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas. É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.'
(Nota: ...os chocolates não eram gamados no 'Pingo Doce'... Ainda se chamava 'Pão de Açúcar'!!!
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora. O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas,lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual... E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul. Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos:Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu de uma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema. Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos. Aliás, para ele é inconcebível que s
e vá a uma obra. Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção. Confesso, senti-me velho... Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador. Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros. Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo 'Moleculum infanticus', que não existiam antigamente. No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de 'terno' nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.
Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração 'rasca'... Nós éramos mais a geração 'à rasca', isso sim. Sempre à rasca de dinheiro,sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos. Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo. Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta. Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos. Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas. É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.'
(Nota: ...os chocolates não eram gamados no 'Pingo Doce'... Ainda se chamava 'Pão de Açúcar'!!!
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Onde estás ó Zé, yô?
Com o novo acordo ortográfico, a Ana Faria e os Queijinhos Frescos nunca teriam existido!

'Onde estás ó ZéÉ / Vem brincar p'raqui / Estou no balancéÉ / E a lição já liiii / E o que fizeste ao 'i'? / Tirei-o do 'lete' e 'púzio' no 'caféi'!
Nem pensar! Não pelos erros ortográficos, extremamente bem explicados, e pela 'delicadeza' da nossa actual ministra da educação Maria de Lurdes (porque nós apanhámos senhores como o Carneiro).
Apenas porque esta música (tão nossa conhecida) não tem 'yés' e 'yôs' pelo meio. Não há 'bués', 'tá-se' ou 'mô', de 'meu amor'.
Conclusão: quem nasceu já nos anos 90 tem muito mais tempo do que nós, os anteriores. E porquê? Só o tempo que eles poupam em palavras inteiras vale uma vida!...

'Onde estás ó ZéÉ / Vem brincar p'raqui / Estou no balancéÉ / E a lição já liiii / E o que fizeste ao 'i'? / Tirei-o do 'lete' e 'púzio' no 'caféi'!
Nem pensar! Não pelos erros ortográficos, extremamente bem explicados, e pela 'delicadeza' da nossa actual ministra da educação Maria de Lurdes (porque nós apanhámos senhores como o Carneiro).
Apenas porque esta música (tão nossa conhecida) não tem 'yés' e 'yôs' pelo meio. Não há 'bués', 'tá-se' ou 'mô', de 'meu amor'.
Conclusão: quem nasceu já nos anos 90 tem muito mais tempo do que nós, os anteriores. E porquê? Só o tempo que eles poupam em palavras inteiras vale uma vida!...
segunda-feira, 11 de maio de 2009
'Geração de Ouro'
Não se pode chamar a dois ou três gatos pingados... ‘Geração de Ouro’.
‘Geração de Ouro’ foi a que nos levou aos ‘píncaros’ (outra palavra tipicamente trintona) em finais de 80 / inícios de 90. Não tínhamos nenhum Cristiano Ronaldo... mas também não precisávamos dele.
Tínhamos Figo, Rui Costa, João Pinto, Fernando Couto, Capucho, Brassard, Paulo Sousa, Jorge Costa.... e Peixe.

O quê? Tu que tens 14 / 15 anos não sabes quem é o Peixe? Foi apenas considerado o melhor jogador do Campeonato do Mundo Sub-20 de 91.
O quê? Tu que tens 14 / 15 anos não fazias ideia que já nessa altura havia campeonatos do mundo de júniores?
Até te digo mais: realizou-se em Portugal... e acreditas que não se construiu nenhum estádio para isso? Acreditas que foi o nosso Bi-Campeonato, depois da também vitória do Mundial Sub-20 de Riade’89 (Arábia Saudita)? Acreditas que na final do Portugal’91 (contra o Brasil) VENCEMOS? Acreditas que o Estádio da Luz (o antigo, claro...) levou cerca de 140 MIL pessoas bem apertadinhas?
As ruas encheram-se com as nossas cores, buzinas e muita euforia. Esta sim, foi uma ‘Geração de Ouro’! Estes foram anos felizes para o futebol português!
‘Geração de Ouro’ foi a que nos levou aos ‘píncaros’ (outra palavra tipicamente trintona) em finais de 80 / inícios de 90. Não tínhamos nenhum Cristiano Ronaldo... mas também não precisávamos dele.
Tínhamos Figo, Rui Costa, João Pinto, Fernando Couto, Capucho, Brassard, Paulo Sousa, Jorge Costa.... e Peixe.

O quê? Tu que tens 14 / 15 anos não sabes quem é o Peixe? Foi apenas considerado o melhor jogador do Campeonato do Mundo Sub-20 de 91.
O quê? Tu que tens 14 / 15 anos não fazias ideia que já nessa altura havia campeonatos do mundo de júniores?
Até te digo mais: realizou-se em Portugal... e acreditas que não se construiu nenhum estádio para isso? Acreditas que foi o nosso Bi-Campeonato, depois da também vitória do Mundial Sub-20 de Riade’89 (Arábia Saudita)? Acreditas que na final do Portugal’91 (contra o Brasil) VENCEMOS? Acreditas que o Estádio da Luz (o antigo, claro...) levou cerca de 140 MIL pessoas bem apertadinhas?
As ruas encheram-se com as nossas cores, buzinas e muita euforia. Esta sim, foi uma ‘Geração de Ouro’! Estes foram anos felizes para o futebol português!
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